Tenho observado o comportamento político de alguns. A forma como fazem e os meios que se utilizam para impor poder e força.
São os interesses corporativos em detrimento do coletivo, velha prática e modelo que ainda permeiam nesses rincões.
Os menos avisados se iludem e continuam acreditando nessas pessoas e seus pseudo-compromissos. São as mesmas pessoas que falam pelo povo, mas agem contra depois em quatro paredes e escritórios refrigerados.
A inversão de valores é uma das coisas que mais abomino.
A contra-informação ainda é uma técnica de comunicação bastante utilizada por essas pessoas, que plantam discórdia e abusam dos inocentes incautos.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Educação em São Paulo
A Folha de São Paulo trouxe nesta terça-feira, 14, reportagem que aponta que 46% dos professores da rede estadual de ensino são temporários, a maior proporção desde 2005.
Quando ocupava o Palácio dos Bandeirantes, Serra queria que o índice caísse para 10% até 2013, mas a taxa cresceu.
Para pesquisadores, isso tem impacto direto na qualidade do ensino, já que temporários não se fixam nas escolas.
Os dados são da própria Secretaria da Educação. Em números absolutos, são hoje 101 mil não efetivos. Um concurso público com 10 mil vagas foi feito em março, mas os aprovados só começarão a trabalhar no ano que vem.
Para o presidente da Udemo (entidade que representa os diretores de escolas), Luiz Gonzaga Pinto, "o Estado só quer saber de economizar". Segundo ele, o temporário custa 15% a menos, por não ter alguns benefícios.
Quando ocupava o Palácio dos Bandeirantes, Serra queria que o índice caísse para 10% até 2013, mas a taxa cresceu.
Para pesquisadores, isso tem impacto direto na qualidade do ensino, já que temporários não se fixam nas escolas.
Os dados são da própria Secretaria da Educação. Em números absolutos, são hoje 101 mil não efetivos. Um concurso público com 10 mil vagas foi feito em março, mas os aprovados só começarão a trabalhar no ano que vem.
Para o presidente da Udemo (entidade que representa os diretores de escolas), Luiz Gonzaga Pinto, "o Estado só quer saber de economizar". Segundo ele, o temporário custa 15% a menos, por não ter alguns benefícios.
domingo, 12 de setembro de 2010
Boicote de São Paulo à saude
Conforme apurou o jornal "Folha de São Paulo", em sua edição deste domingo (12), o governo de São Paulo ignora o Samu (ambulâncias de resgate) e as UPAs (prontos-socorros 24 horas), as principais "vitrines" do governo Lula na saúde.
Ao contrário do que ocorre na maior parte do país, as cidades paulistas não recebem dinheiro estadual para colocar e manter os dois programas em funcionamento. São financiados só com verbas federais e municipais.
São Paulo foi governado até março por José Serra, o postulante do PSDB.
O jornal consultou todos os 27 governos e constatou que apenas três não investem no Samu: São Paulo, Rondônia e Amazonas.
E que são quatro os que não aplicam nas UPAs: São Paulo, Rondônia, Espírito Santo e Santa Catarina.
Ao contrário do que ocorre na maior parte do país, as cidades paulistas não recebem dinheiro estadual para colocar e manter os dois programas em funcionamento. São financiados só com verbas federais e municipais.
São Paulo foi governado até março por José Serra, o postulante do PSDB.
O jornal consultou todos os 27 governos e constatou que apenas três não investem no Samu: São Paulo, Rondônia e Amazonas.
E que são quatro os que não aplicam nas UPAs: São Paulo, Rondônia, Espírito Santo e Santa Catarina.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Não dá para não ler
O jornalista Ricardo Kostcho faz brilhante análise de como a grande imprensa tem-se comportado nessas eleições. Vale a pena ler.
Imprensa abre o jogo e rasga a fantasia
Vejam as manchetes desta quinta-feira, 9 de setembro de 2010, nos três principais jornais do país.
Folha de S. Paulo:
“Escândalo da Receita – Investigada consultou dados do genro de Serra”.
O Estado de S. Paulo:
“Genro de Serra teve sigilo fiscal violado”.
O Globo:
“Serra reage e diz que Lula serve à estratégia `caixa-preta´do PT”.
Parece uma gincana, não há outro assunto no mundo. É como se todos os jornais tivessem o mesmo pauteiro e o mesmo editor. Embora se refira a casos de violação fiscal ocorridos no ano passado, a notícia é requentada dia a dia com algum ”fato novo” que justifique a manutenção da rubrica “escândalo da receita”.
Até algumas semanas atrás, antes da disparada da candidata Dilma Roussef em todas as pesquisas, abrindo larga vantagem sobre José Serra, que chega a 33 pontos no último tracking do Vox Populi/Band/iG, a nossa velha mídia ainda procurava, de alguma forma, manter as aparências de neutralidade com aquela história de jornalismo “isento”, “apartidário”, “independente”.
Agora, que parece não ter mais jeito de virar o placar nas pesquisas com bom-mocismo, resolveram abrir o jogo e rasgar a fantasia, sem nenhum pudor. Das manchetes ao noticiário, passando pelos editoriais e colunas, a ordem é desconstruir a pessoa e a candidatura de Dilma, e bater sem piedade no governo Lula.
Aonde querem chegar? Quem eles ainda pensam que enganam? A julgar pela maioria dos comentários publicados neste Balaio, leitores e telespectadores já estão vacinados, sabem quem é quem e o que está em jogo.
Como os números das pesquisas não reagem às doses cavalares de fatos negativos, apesar de o país da mídia viver uma interminável crise do fim do mundo, só posso acreditar que se trata de uma estratégia Jim Jones. Bater em Dilma e no PT, tudo bem, estão todos de acordo. Só não descobriram ainda como alavancar a campanha da oposição. Promovem debates e sabatinas quase todo dia para dar uma fôrça, mas até agora não teve jeito.
Um forasteiro que tenha chegado ao Brasil esta semana, e procurasse saber pelos jornais e no Jornal Nacional da TV Globo o que está acontecendo por aqui, a 24 dias da eleição presidencial, poderia imaginar que desembarcou no país errado, em algum lugar estranho e perigoso, na região mais pobre e menos democrática do continente africano.
Sob o título “O país de Lula: esgoto em baixa, consumo em alta”, o jornal O Globo, que se supera a cada dia, pinça números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2009), divulgada esta semana pelo IBGE, para concluir na chamada de capa: “O desemprego subiu na crise, mas o brasileiro comprou mais DVDs e máquinas de lavar”.
Sem explicar como um país de desempregados investe em eletrodomésticos, o jornal esqueceu de dizer que os empregos perdidos na crise do ano passado já foram recuperados, com folga, em 2010 _ o que explica a teimosia das pesquisas em manter os índices de aprovação do governo Lula em torno de 80%.
Para publicar o título “O presidente Lula passou dos limites”, com direito a chamada na capa, o venerando Estadão, por sua vez, redescobriu o cientista político José Álvaro Moisés, tão conhecido que se viu obrigado a publicar uma nota “Quem é” para o leitor saber de quem se trata. Entre seus títulos acadêmicos e experiências em “teoria democrática e comportamento político”, porém, o jornal só omitiu o fato de que o professor e cientista Moisés foi sub-ministro da Cultura no governo Fernando Henrique Cardoso.
Já a Folha, que resolveu publicar um caderno especial de eleições a partir desta semana, entre tentativas de fazer humor político misturado com jornalismo sério, tem se dedicado a investigar o passado da ex-ministra Dilma Rousseff, desde os seus antepassados búlgaros, que ela nem conheceu. Até agora, estranhamente, não se interessou em fazer matérias sobre o passado dos outros candidatos, como se todo mundo tivesse a obrigação de já conhecer as histórias deles.
Critérios são critérios, eles dirão, ninguém tem nada com isso. A liberdade de imprensa deles, aquela que defendem com tanto fervor, está acima de tudo _ dos fatos, das leis, da isonomia e do direito da sociedade de ser informada com um mínimo de honestidade sobre o que está acontecendo.
Imprensa abre o jogo e rasga a fantasia
Vejam as manchetes desta quinta-feira, 9 de setembro de 2010, nos três principais jornais do país.
Folha de S. Paulo:
“Escândalo da Receita – Investigada consultou dados do genro de Serra”.
O Estado de S. Paulo:
“Genro de Serra teve sigilo fiscal violado”.
O Globo:
“Serra reage e diz que Lula serve à estratégia `caixa-preta´do PT”.
Parece uma gincana, não há outro assunto no mundo. É como se todos os jornais tivessem o mesmo pauteiro e o mesmo editor. Embora se refira a casos de violação fiscal ocorridos no ano passado, a notícia é requentada dia a dia com algum ”fato novo” que justifique a manutenção da rubrica “escândalo da receita”.
Até algumas semanas atrás, antes da disparada da candidata Dilma Roussef em todas as pesquisas, abrindo larga vantagem sobre José Serra, que chega a 33 pontos no último tracking do Vox Populi/Band/iG, a nossa velha mídia ainda procurava, de alguma forma, manter as aparências de neutralidade com aquela história de jornalismo “isento”, “apartidário”, “independente”.
Agora, que parece não ter mais jeito de virar o placar nas pesquisas com bom-mocismo, resolveram abrir o jogo e rasgar a fantasia, sem nenhum pudor. Das manchetes ao noticiário, passando pelos editoriais e colunas, a ordem é desconstruir a pessoa e a candidatura de Dilma, e bater sem piedade no governo Lula.
Aonde querem chegar? Quem eles ainda pensam que enganam? A julgar pela maioria dos comentários publicados neste Balaio, leitores e telespectadores já estão vacinados, sabem quem é quem e o que está em jogo.
Como os números das pesquisas não reagem às doses cavalares de fatos negativos, apesar de o país da mídia viver uma interminável crise do fim do mundo, só posso acreditar que se trata de uma estratégia Jim Jones. Bater em Dilma e no PT, tudo bem, estão todos de acordo. Só não descobriram ainda como alavancar a campanha da oposição. Promovem debates e sabatinas quase todo dia para dar uma fôrça, mas até agora não teve jeito.
Um forasteiro que tenha chegado ao Brasil esta semana, e procurasse saber pelos jornais e no Jornal Nacional da TV Globo o que está acontecendo por aqui, a 24 dias da eleição presidencial, poderia imaginar que desembarcou no país errado, em algum lugar estranho e perigoso, na região mais pobre e menos democrática do continente africano.
Sob o título “O país de Lula: esgoto em baixa, consumo em alta”, o jornal O Globo, que se supera a cada dia, pinça números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2009), divulgada esta semana pelo IBGE, para concluir na chamada de capa: “O desemprego subiu na crise, mas o brasileiro comprou mais DVDs e máquinas de lavar”.
Sem explicar como um país de desempregados investe em eletrodomésticos, o jornal esqueceu de dizer que os empregos perdidos na crise do ano passado já foram recuperados, com folga, em 2010 _ o que explica a teimosia das pesquisas em manter os índices de aprovação do governo Lula em torno de 80%.
Para publicar o título “O presidente Lula passou dos limites”, com direito a chamada na capa, o venerando Estadão, por sua vez, redescobriu o cientista político José Álvaro Moisés, tão conhecido que se viu obrigado a publicar uma nota “Quem é” para o leitor saber de quem se trata. Entre seus títulos acadêmicos e experiências em “teoria democrática e comportamento político”, porém, o jornal só omitiu o fato de que o professor e cientista Moisés foi sub-ministro da Cultura no governo Fernando Henrique Cardoso.
Já a Folha, que resolveu publicar um caderno especial de eleições a partir desta semana, entre tentativas de fazer humor político misturado com jornalismo sério, tem se dedicado a investigar o passado da ex-ministra Dilma Rousseff, desde os seus antepassados búlgaros, que ela nem conheceu. Até agora, estranhamente, não se interessou em fazer matérias sobre o passado dos outros candidatos, como se todo mundo tivesse a obrigação de já conhecer as histórias deles.
Critérios são critérios, eles dirão, ninguém tem nada com isso. A liberdade de imprensa deles, aquela que defendem com tanto fervor, está acima de tudo _ dos fatos, das leis, da isonomia e do direito da sociedade de ser informada com um mínimo de honestidade sobre o que está acontecendo.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Não ao continuísmo
Lá se vão 16 anos com os tucanos no Poder no Estado de São Paulo. Para a democracia, isso não é bom.
A alternância de poder se torna necessária, até para que possamos comparar gestões públicas e políticas de governo.
Temos, na região, um esquema político viciado e que previligia o clientelismo, cujo resultado tem sido prejudical para a população de um modo geral.
Nesses anos tucanos, além da concentração de presídios e pedágios, os aportes de recursos que nos chegam são "esmolas" diante da necessidade que temos, até porque somos considerados "Território de Cidadania" e que por isso mereceríamos mais atenção.
No entanto, se o governo federal tem um olhar voltado para nossa região e prioriza investimentos, enviando recursos e promovendo obras sociais, por outro o governo dos tucanos acentua a desigualdade. Há 12 anos convivemos com duas praças de pedágio, agora com cobrança ida e volta num trecho de pouco mais de 80 quilômetros.
A demanda por saúde, transporte, moradia etc, se acentuou com a vinda dos presídios, e o governo praticamente fecha os olhos e deixa todo o ônus desses serviços para os municípios.
O momento de mudanças está próximo. As eleições estão aí. A decisão está em suas mãos.
A alternância de poder se torna necessária, até para que possamos comparar gestões públicas e políticas de governo.
Temos, na região, um esquema político viciado e que previligia o clientelismo, cujo resultado tem sido prejudical para a população de um modo geral.
Nesses anos tucanos, além da concentração de presídios e pedágios, os aportes de recursos que nos chegam são "esmolas" diante da necessidade que temos, até porque somos considerados "Território de Cidadania" e que por isso mereceríamos mais atenção.
No entanto, se o governo federal tem um olhar voltado para nossa região e prioriza investimentos, enviando recursos e promovendo obras sociais, por outro o governo dos tucanos acentua a desigualdade. Há 12 anos convivemos com duas praças de pedágio, agora com cobrança ida e volta num trecho de pouco mais de 80 quilômetros.
A demanda por saúde, transporte, moradia etc, se acentuou com a vinda dos presídios, e o governo praticamente fecha os olhos e deixa todo o ônus desses serviços para os municípios.
O momento de mudanças está próximo. As eleições estão aí. A decisão está em suas mãos.
domingo, 5 de setembro de 2010
Campanha bizarra e sem rumo
É bizarra a campanha eleitoral de Serra. Mostra que o candidato tucano é despreparado para assumir os rumos do país. Mostra também que é inconsequente e sem escrúpulo, criando factóides na tentativa de confundir o eleitorado.
Mas a proeza não é só de Serra, é prática comum entre os tucanos. O senador paranaense Álvaro Dias, por exemplo, disse que o PT simulou assalto para sumir com documentos que conteriam filiação do principal pivô da quebra de sigilo fiscal.
Oras bolas, o diretório do PT em Mauá sequer foi assaltado. Se tivesse que sumir com documentos bastaria retirá-los do local ou mesmo queimá-los.
Isto prova que os tucanos estão desesperados e sem rumo com a iminente derrota. Agarram-se, com apoio da grande mídia, num fato requentado que, possivelmente, tinha outra conotação.
O jornalista Cláudio Humberto, em sua coluna, menciona que pessoas de Minas, interessadas na indicação de Aécio Neves quando da escolha do candidato tucano à Presidência da República, estariam por trás do escândalo da quebra de sigilo, justamente para atingir Serra, abrindo espaço para o governador mineiro ser o escolhido.
Essa possibilidade, ao meu ver, deveria se constituir na linha de investigação para se conhecer a verdade sobre o assunto.
O resto é chororô de quem está vendo a viola ir pro saco.
Mas a proeza não é só de Serra, é prática comum entre os tucanos. O senador paranaense Álvaro Dias, por exemplo, disse que o PT simulou assalto para sumir com documentos que conteriam filiação do principal pivô da quebra de sigilo fiscal.
Oras bolas, o diretório do PT em Mauá sequer foi assaltado. Se tivesse que sumir com documentos bastaria retirá-los do local ou mesmo queimá-los.
Isto prova que os tucanos estão desesperados e sem rumo com a iminente derrota. Agarram-se, com apoio da grande mídia, num fato requentado que, possivelmente, tinha outra conotação.
O jornalista Cláudio Humberto, em sua coluna, menciona que pessoas de Minas, interessadas na indicação de Aécio Neves quando da escolha do candidato tucano à Presidência da República, estariam por trás do escândalo da quebra de sigilo, justamente para atingir Serra, abrindo espaço para o governador mineiro ser o escolhido.
Essa possibilidade, ao meu ver, deveria se constituir na linha de investigação para se conhecer a verdade sobre o assunto.
O resto é chororô de quem está vendo a viola ir pro saco.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Dossiês e dossiês
Nos últimos dias, os principais jornais têm dispensado espaços gigantescos para explorar a quebra de sigilo fiscal de pessoas ligadas aos tucanos, onde, a cada edição, novos capítulos são explorados à exaustão, tornando um fato, que me parece crime comum, num assunto político-eleitoral.
A grande imprensa, ao invés de abrir espaço para discussão de plano de governo ou mesmo às propostas dos candidatos para os principais problemas do país, dá enorme destaque a um fato requentado por interesses políticos eleitorais do candidato que está despencando na pesquisa.
O Serra, ao invés de ficar acusando sua adversária de participação na quebra do sigilo, deveria mostrar a população como pretende reduzir a alta carga tributária, como será sua política econômica para redução dos juros que ainda estão escorchantes, qual será sua proposta para resolver a questão agrária no pais, ou explicar como pretende desenvolver sua política externa, principalmnente em relação aos países do Mercosul, da Ásia, do Oriente Médio. Gostaríamos de saber do candidato qual será seu programa para a Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia etc.
É isso que nos interessa. Dossiês e dossiês não resolvem os problemas que mais afligem a população, apenas engordam as manchetes dos jornais,
A grande imprensa, ao invés de abrir espaço para discussão de plano de governo ou mesmo às propostas dos candidatos para os principais problemas do país, dá enorme destaque a um fato requentado por interesses políticos eleitorais do candidato que está despencando na pesquisa.
O Serra, ao invés de ficar acusando sua adversária de participação na quebra do sigilo, deveria mostrar a população como pretende reduzir a alta carga tributária, como será sua política econômica para redução dos juros que ainda estão escorchantes, qual será sua proposta para resolver a questão agrária no pais, ou explicar como pretende desenvolver sua política externa, principalmnente em relação aos países do Mercosul, da Ásia, do Oriente Médio. Gostaríamos de saber do candidato qual será seu programa para a Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia etc.
É isso que nos interessa. Dossiês e dossiês não resolvem os problemas que mais afligem a população, apenas engordam as manchetes dos jornais,
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