O promotor eleitoral da Comarca de Presidente Venceslau, Ricardo Salvato, decidiu recorrer da decisão da juíza em favor dos vereadores João Cola (PMDB) e Rodrigo Monteiro (PSDB). Ele interpôs pedido de impugnação junto ao Tribunal Regional Eleitoral. A ex-vereadora Luiza Nunes (PPS), por ter presidido a Câmara antes do advento da Emenda Constitucional nº 50, que veda o pagamento de “jetons”, ficou livre do questionamento do promotor.
O vice-prefeito João Monteiro (PSDB) também se livrou do pedido de impugnação feito pelo diretório do PT em Venceslau. A juíza eleitoral Sizara Corral de Area Leão acatou recurso da defesa e liberou o registro para que Monteiro participe das eleições.
Apenas para registro: Luiza, Cola e Rodrigo tiveram as contas rejeitadas quando presidiram a Câmara de Presidente Venceslau entre 2005 e 2008, em razão do pagamento de "jetons" para as sessões extraordinárias.
terça-feira, 31 de julho de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Os jingles e a campanha eleitoral
Com certeza, esse “post” vai gerar polêmica em razão do que penso sobre os “jingles” nas campanhas eleitorais.
Primeiro, reitero que músicas apropiadas de outros autores, sem autorização prévia e pagamentos devidos, não são “jingles”, mas sim adaptações de uma “obra” já existente, uma espécie de paródia.
O uso de melodia conhecida com letra adaptada ao candidato se constitui numa prática recorrente em todo o Brasil. No interior, ela fica ainda mais evidente, visto que não há quem fiscalize.
Os “jingles” eleitorais, na verdade, são criações próprias para uma campanha, com letra e melodia elaboradas para este fim. Além de respeitar e valorizar os criadores, os “jingles” eleitorais sintetizam uma visão mercadológica própria, específica, independente do gênero musical que venha a se utilizar para criação.
Quem não se lembra do jingle da primeira campanha de Lula para presidente – com o refrão “Lula lá, brilha uma estrela”, ou mesmo o “jingle” que fez Paulo Maluf ser eleito prefeito de São Paulo – “São Paulo é Paulo porque Paulo é trabalhador”.
Abomino quem se apropia de músicas não autorizadas e fazem delas motes de campanhas eleitorais, não tendo nem o cuidado de contratar músicos ou mesmo elaborar novo arranjo, recorrendo aos “midi” baixados na Internet.
Este tipo de ação contribui para desvalorização do trabalho de quem cria e ao mesmo tempo para burlar o direito de propriedade do que já foi feito.
Primeiro, reitero que músicas apropiadas de outros autores, sem autorização prévia e pagamentos devidos, não são “jingles”, mas sim adaptações de uma “obra” já existente, uma espécie de paródia.
O uso de melodia conhecida com letra adaptada ao candidato se constitui numa prática recorrente em todo o Brasil. No interior, ela fica ainda mais evidente, visto que não há quem fiscalize.
Os “jingles” eleitorais, na verdade, são criações próprias para uma campanha, com letra e melodia elaboradas para este fim. Além de respeitar e valorizar os criadores, os “jingles” eleitorais sintetizam uma visão mercadológica própria, específica, independente do gênero musical que venha a se utilizar para criação.
Quem não se lembra do jingle da primeira campanha de Lula para presidente – com o refrão “Lula lá, brilha uma estrela”, ou mesmo o “jingle” que fez Paulo Maluf ser eleito prefeito de São Paulo – “São Paulo é Paulo porque Paulo é trabalhador”.
Abomino quem se apropia de músicas não autorizadas e fazem delas motes de campanhas eleitorais, não tendo nem o cuidado de contratar músicos ou mesmo elaborar novo arranjo, recorrendo aos “midi” baixados na Internet.
Este tipo de ação contribui para desvalorização do trabalho de quem cria e ao mesmo tempo para burlar o direito de propriedade do que já foi feito.
Campanha eleitoral em em PV ‘esquenta’ a partir de amanhã
A campanha eleitoral para as eleições municipais em Presidente Venceslau deve ganhar maior propagação a partir desta terça-feira, 1º de agosto. Os dois candidatos a prefeito – Ernane Erbella (PMDB) e Jorge Duran (PDT) – até então vinham se organizando e montando comitês de campanha.
A assessoria de Duran, da coligação “Venceslau merece mais”, formada ainda pelos partidos PT, PP, PSB, PRB, PCdoB e PR, informou que a campanha do candidato com carros de som e distribuição de material começará na terça-feira.
O prefeito Ernane Erbella, da coligação “Venceslau no rumo certo”, que tem apoio do PSDB, PV, PPS, PTB, DEM e PSD, já está com carro de som na rua, inclusive utiliza a música “Eu quero tchu, eu quero tcha”, da dupla João Lucas e Marcelo, com letra adaptada para o candidato.
Sobre a realização de comícios, nenhuma das duas coligação definiu a programação. O que se sabe é que serão poucos comícios e mais mini-comícios.
Nos comícios há o envolvimento de maior estrutura de som, espaço e cabos eleitorais. Já os mini-comícios têm menor estrutura e funcionam para bairros menos populosos.
A propaganda eleitoral no rádio, que começa no dia 21 de agosto, será um componente importante para conhecimento das propostas dos candidatos. Até agora, nenhum deles apresentou o que pretendem fazer em caso de vitória nas eleições.
Por ora, o prefeito Ernane divide suas atividades despachando na Prefeitura com visitas a bairros e eleitores. Duran, por sua vez, faz reuniões com candidatos a vereador e eleitores nos bairros e zona rural.
Em relação aos candidatos à Câmara Municipal, a distribuição de “santinhos” vem ganhando as ruas e comércio.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Às vésperas das eleições, gestão Ernane intensifica obras na cidade
A pouco mais de 60 dias para as eleições municipais, a gestão Ernane Erbella (PMDB) está intensificado obras e ações em Presidente Venceslau.
Uma delas é a ampliação da galeria na avenida Princesa Isabel, em frente aos Pizzo's Pizza, eliminando transtorno em época de chuva.
Na Morada do Sol, a Prefeitura está acelerando as obras de reforma e ampliação da Unidade Básica de Saúde do bairro, um investimento de R$ 200 mil com recursos do governo Federal.
Na avenida Antonio Marques da Silva, a Prefeitura está ampliando a rede de captação de dejetos residenciais. O objetivo é diminuir a existência de esgoto a céu aberto nas proximidades da avenida.
No setor da Educação, a Prefeitura anunciou a entrega de mais cinco novas DVDtecas para as escolas da rede municipal, e ainda a aplicação de curso de formação continuada para os professores da rede.
Uma delas é a ampliação da galeria na avenida Princesa Isabel, em frente aos Pizzo's Pizza, eliminando transtorno em época de chuva.
Na Morada do Sol, a Prefeitura está acelerando as obras de reforma e ampliação da Unidade Básica de Saúde do bairro, um investimento de R$ 200 mil com recursos do governo Federal.
Na avenida Antonio Marques da Silva, a Prefeitura está ampliando a rede de captação de dejetos residenciais. O objetivo é diminuir a existência de esgoto a céu aberto nas proximidades da avenida.
No setor da Educação, a Prefeitura anunciou a entrega de mais cinco novas DVDtecas para as escolas da rede municipal, e ainda a aplicação de curso de formação continuada para os professores da rede.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Decisão sobre pedidos de impugnação expira em 05 de agosto
A Justiça Eleitoral tem até o dia 05 de agosto para julgar os pedidos de impugnação de candidatos nas eleições municipais.
Em Presidente Venceslau, além do vice-prefeito João Monteiro (PSDB), a juíza eleitoral Sizara Corral de Area Leão analisará pedidos de impugnação contra os vereadores João Cola (PMDB) e Rodrigo Monteiro (PSDB), e também da ex-vereadora Luiza Nunes Bernardes.
Os três tiveram contas rejeitadas quando presidiram a Câmara de Presidente Venceslau em razão de pagamento de "jetons" para sessões extraordinárias.
O vice João Monteiro é que tem situação mais confortável. O promotor eleitoral Ricardo Salvato já deu parecer pelo registro da candidatura.
Há quem afirme que a situação de Cola, Rodrigo e Luiza é bastante complicada, com possibilidade de os três serem impugnados.
Mesmo com a formalização de acordo com a justiça para devolução dos "jetons", este fato não descaracteriza a improbidade dos atos administrativos, segundo advogados e especialistas no assunto.
Em Presidente Venceslau, além do vice-prefeito João Monteiro (PSDB), a juíza eleitoral Sizara Corral de Area Leão analisará pedidos de impugnação contra os vereadores João Cola (PMDB) e Rodrigo Monteiro (PSDB), e também da ex-vereadora Luiza Nunes Bernardes.
Os três tiveram contas rejeitadas quando presidiram a Câmara de Presidente Venceslau em razão de pagamento de "jetons" para sessões extraordinárias.
O vice João Monteiro é que tem situação mais confortável. O promotor eleitoral Ricardo Salvato já deu parecer pelo registro da candidatura.
Há quem afirme que a situação de Cola, Rodrigo e Luiza é bastante complicada, com possibilidade de os três serem impugnados.
Mesmo com a formalização de acordo com a justiça para devolução dos "jetons", este fato não descaracteriza a improbidade dos atos administrativos, segundo advogados e especialistas no assunto.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Promotor deu parecer favorável a João Monteiro
O promotor eleitoral da Comarca de Presidente Venceslau, Ricardo Salvato, deu parecer favorável para o registro de candidatura do vice-prefeito João Monteiro (PSDB), que tenta reeleição em dobradinha com o prefeito Ernane Erbella (PMDB).
No entanto, a decisão sobre o pedido de impugnação, feito pelo diretório municipal do PT, virá da juiza eleitoral, Sizara Corral de Area Leão, que deve ocorrer até 05 de agosto.
Monteiro, de acordo com o PT, não teria se descompatibilizado "de fato e de direito" de funções que exercia como presidente do Febom (Fundo dos Bombeiros), secretário de Obras e Serviços da Prefeitura e vice-presidência da Faive (Feira Agropecuária e Industrial de Presidente Venceslau).
No entanto, a decisão sobre o pedido de impugnação, feito pelo diretório municipal do PT, virá da juiza eleitoral, Sizara Corral de Area Leão, que deve ocorrer até 05 de agosto.
Monteiro, de acordo com o PT, não teria se descompatibilizado "de fato e de direito" de funções que exercia como presidente do Febom (Fundo dos Bombeiros), secretário de Obras e Serviços da Prefeitura e vice-presidência da Faive (Feira Agropecuária e Industrial de Presidente Venceslau).
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Saudades do disco de vinil
Aquele chiadinho tão peculiar nos discos de vinil deixou saudade, pelo menos para mim. Sem querer comparar qualidade com a era digital, mas os discos em vinil tinham um charme e despertava um olhar diferente em prol do artista ou compositor.
Era a marca de um trabalho, minucioso, cirúrgico, feito com detalhes, que durava meses, às vezes, 01 ano. Hoje se grava um CD em poucas horas, com possibilidade de distribuição no dia seguinte.
Ter um ‘home-estúdio’ se tornou fácil. Basta um bom programa de gravação no computador, uma placa de som de boa qualidade, um microfone com condensador e mesa de som com alguns canais.
Músicos, pra que músicos? Existem os “samples”, sons de instrumentos que fazem o acompanhamento, seja que ritmo for, timbre, sonoridade, bastando apenas que se domine o programa e que tenha um mínimo de conhecimento musical.
A tecnologia cada vez mais substitui o homem e, assim, cada vez menos temos gente tocando e mais botões e cliques sendo teclados. Mesmo quem não cante tão bem, desafine, consegue se lançar no mercado. Só vamos perceber a qualidade quando escutamos ao vivo. Mesmo assim, com os vários recursos, a percepção é restrita aos que conhecem do riscado.
Voltando aos discos de vinil, veio na minha lembrança de juventude o Zé Carioca, uma loja que comercializa os lançamentos em Venceslau dos anos 70. Quando chegava algum, a funcionária tinha o cuidado de retirar da capa para que pudéssemos ouvir as músicas, havia a delicadeza para não riscar, recolocar no lugar, enfim, o disco voltava para a prateleira.
Época em que Roberto Carlos lançava a cada Natal um novo disco. Era presente certo para o namorado, marido, esposa, amigo, parente, a rádio fazia o merchandising que ajudava nas vendas.
Não era muito fã do Roberto, preferia Chico, Caetano, Gil, Djavan, que também vendiam bem, principalmente para a turma mais antenada da MPB.
Com o advento dos CDs e da digitalização, os vinis desapareceram e hoje são relíquias, sendo encontrados em lojas especializadas, principalmente nos grandes centros.
Nos anos 90, uma rádio local se desfez de toda sua discoteca de vinil, que era considerada uma das maiores do interior. Os exemplares foram arrematados por um preço vil. Houve na época quem reclamasse, mas o dono pouco se importou, desfez da coleção e entregou ao comprador.
Tenho curiosidade em saber que fim esses discos tiveram.
Era a marca de um trabalho, minucioso, cirúrgico, feito com detalhes, que durava meses, às vezes, 01 ano. Hoje se grava um CD em poucas horas, com possibilidade de distribuição no dia seguinte.
Ter um ‘home-estúdio’ se tornou fácil. Basta um bom programa de gravação no computador, uma placa de som de boa qualidade, um microfone com condensador e mesa de som com alguns canais.
Músicos, pra que músicos? Existem os “samples”, sons de instrumentos que fazem o acompanhamento, seja que ritmo for, timbre, sonoridade, bastando apenas que se domine o programa e que tenha um mínimo de conhecimento musical.
A tecnologia cada vez mais substitui o homem e, assim, cada vez menos temos gente tocando e mais botões e cliques sendo teclados. Mesmo quem não cante tão bem, desafine, consegue se lançar no mercado. Só vamos perceber a qualidade quando escutamos ao vivo. Mesmo assim, com os vários recursos, a percepção é restrita aos que conhecem do riscado.
Voltando aos discos de vinil, veio na minha lembrança de juventude o Zé Carioca, uma loja que comercializa os lançamentos em Venceslau dos anos 70. Quando chegava algum, a funcionária tinha o cuidado de retirar da capa para que pudéssemos ouvir as músicas, havia a delicadeza para não riscar, recolocar no lugar, enfim, o disco voltava para a prateleira.
Época em que Roberto Carlos lançava a cada Natal um novo disco. Era presente certo para o namorado, marido, esposa, amigo, parente, a rádio fazia o merchandising que ajudava nas vendas.
Não era muito fã do Roberto, preferia Chico, Caetano, Gil, Djavan, que também vendiam bem, principalmente para a turma mais antenada da MPB.
Com o advento dos CDs e da digitalização, os vinis desapareceram e hoje são relíquias, sendo encontrados em lojas especializadas, principalmente nos grandes centros.
Nos anos 90, uma rádio local se desfez de toda sua discoteca de vinil, que era considerada uma das maiores do interior. Os exemplares foram arrematados por um preço vil. Houve na época quem reclamasse, mas o dono pouco se importou, desfez da coleção e entregou ao comprador.
Tenho curiosidade em saber que fim esses discos tiveram.
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