A preocupação do vereador Zé Carlão (PT) a respeito do trânsito em Venceslau é pertinente e merece atenção total das nossas autoridades.
O volume de veículos tem aumentado a cada ano e pouca coisa foi feita para melhorar a fluência do tráfego e criação de novos espaços para estacionamento, principalmente na área central.
A necessidade de um estudo por técnico especializado em engenharia de tráfego é mais do que urgente. Não há como remediar o problema.
A Prefeitura dispõe de um departamento de trânsito, no entanto, por ora, não se tem conhecimento de projeto ou qualquer estudo para melhorar as condições do trânsito na cidade.
Não sei se a criação de uma zona azul seria positiva, mas entendo que muitos comerciantes e funcionários não dão exemplo, preferindo estacionar seus veículos em frente aos estabelecimentos, por horas e horas.
O assunto precisa ser discutido amplamente com a sociedade e cabe ao Poder Público, PM e sociedade organizada arregaçarem as mangas e buscar alternativas.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Toma lá dá cá na Câmara
Acordo entre situação e oposição melou ontem (04) os dois pedidos de CEI (Comissão Especial de Investigação) na Câmara de Presidente Venceslau.
A oposição queria investigar se houve quebra de decoro parlamentar por parte do vereador Ezequias Dassie (PP) sobre uma carta publicada na imprensa local em que teria barganhado apoio para eleição da presidência da Câmara.
Já a situação propunha abrir uma CEI para apurar o déficit de quase R$ 600 mil na Faive (Feira Agropecuária e Industrial de Presidente Venceslau) do ano passado, na gestão do ex-prefeito Ernane Erbella (PMDB).
Dias atrás, Ezequias, ao lado vereador Raphael Balhestero (PPS), havia assinado o pedido para abertura da CEI da Faive. No entanto, anteontem, na primeira sessão ordinária do ano, recuou, deixando Raphael contrariado.
O pedido para investigar Ezequias Dassie partiu do presidente do diretório municipal do PPS, Álvaro Carlos da Silva, que atuou como um dos membros da comissão da Faive em 2012.
A oposição queria investigar se houve quebra de decoro parlamentar por parte do vereador Ezequias Dassie (PP) sobre uma carta publicada na imprensa local em que teria barganhado apoio para eleição da presidência da Câmara.
Já a situação propunha abrir uma CEI para apurar o déficit de quase R$ 600 mil na Faive (Feira Agropecuária e Industrial de Presidente Venceslau) do ano passado, na gestão do ex-prefeito Ernane Erbella (PMDB).
Dias atrás, Ezequias, ao lado vereador Raphael Balhestero (PPS), havia assinado o pedido para abertura da CEI da Faive. No entanto, anteontem, na primeira sessão ordinária do ano, recuou, deixando Raphael contrariado.
O pedido para investigar Ezequias Dassie partiu do presidente do diretório municipal do PPS, Álvaro Carlos da Silva, que atuou como um dos membros da comissão da Faive em 2012.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Trenzinho 'Pankadão', péssimo exemplo
Por insistência de meu filho, fui conferir o tal “Trenzinho Pankadão”. O veículo, a principal novidade na cidade neste início do ano, chamou atenção da garotada não somente pela sua caracterização (muita luz e som nas alturas), mas, principalmente, pela maneira como faz os “passeios”.
Dois personagens dos gibis sobem em cima do veículo e arriscam com manobras que lembram os “surfistas de trens da metrópole paulistana”. Mais do que isso: usam fogos de artifícios e mexem com as pessoas que estão nas ruas. Tem um locutor que faz as micagens nos passeios, criando clima e gerando situações de constrangimento aos pedestres.
Conforme relato do meu filho, um deles pegou uma pedra e atirou contra uma planta do jardim do bosque, na praça “Miguel Brisola de Oliveira”. Sem falar das músicas que são tocadas durante o trajeto, de péssimo gosto e nada a ver com o público infantil.
Dois personagens dos gibis sobem em cima do veículo e arriscam com manobras que lembram os “surfistas de trens da metrópole paulistana”. Mais do que isso: usam fogos de artifícios e mexem com as pessoas que estão nas ruas. Tem um locutor que faz as micagens nos passeios, criando clima e gerando situações de constrangimento aos pedestres.
Conforme relato do meu filho, um deles pegou uma pedra e atirou contra uma planta do jardim do bosque, na praça “Miguel Brisola de Oliveira”. Sem falar das músicas que são tocadas durante o trajeto, de péssimo gosto e nada a ver com o público infantil.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
O jornalismo está de luto
Surpreso e triste. Foi assim que me senti ao saber do encerramento das edições do Jornal Oeste Notícias, nesta quinta-feira. Como profissional da área, lamento a decisão dos proprietários de pôr fim a um jornal que teve um papel fundamental para mudar a história da imprensa regional.
Antes do Oeste tínhamos uma prática jornalística atrelada aos interesses corporativistas, uma redação viciada e segregada ao capital, onde o mais importante não era a notícia e seu poder transformador e, sim, o lucro, a passividade dos editores diante de problemas cruciais que se apresentavam na sociedade. Uma época em que a ética jornalística era aviltada e, literalmente, estava fora do contexto de editores e patrões.
Além de ser um paradigma de transformação na imprensa da região, o Oeste Notícias abriu as portas para muitos profissionais e iniciantes do jornalismo via universidade. Ousou na diagramação, na forma e no conteúdo, criou seu manual de redação, fustigou políticos, caricaturou a prática do toma-la-da-cá, ilustrou o desejo de muitos e a desgraça de poucos, mexeu com os poderosos, atravessou fronteiras e, com certeza, encerra seu tempo “combatendo o bom combate”.
Solidarizo-me a todos os profissionais que fazem deste mister uma imprensa livre, democrática e transformadora.
Antes do Oeste tínhamos uma prática jornalística atrelada aos interesses corporativistas, uma redação viciada e segregada ao capital, onde o mais importante não era a notícia e seu poder transformador e, sim, o lucro, a passividade dos editores diante de problemas cruciais que se apresentavam na sociedade. Uma época em que a ética jornalística era aviltada e, literalmente, estava fora do contexto de editores e patrões.
Além de ser um paradigma de transformação na imprensa da região, o Oeste Notícias abriu as portas para muitos profissionais e iniciantes do jornalismo via universidade. Ousou na diagramação, na forma e no conteúdo, criou seu manual de redação, fustigou políticos, caricaturou a prática do toma-la-da-cá, ilustrou o desejo de muitos e a desgraça de poucos, mexeu com os poderosos, atravessou fronteiras e, com certeza, encerra seu tempo “combatendo o bom combate”.
Solidarizo-me a todos os profissionais que fazem deste mister uma imprensa livre, democrática e transformadora.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Lições de Santa Maria
Não é somente no Brasil.
Toda vez que ocorre uma trajédia como a da boate Kiss, as autoridades se posicionam para que fatos semelhantes não venham se repetir. Sustentam que tomarão medidas enérgicas para fiscalização, coibindo as irregularidades ou mesmo criando mecanismos para aumentar a segurança, coisas desse tipo...
Antes da boate Kiss, uma casa noturna nos EUA se incendiou tendo como causa um sinalizador. Morreram mais de 100 pessoas. Os proprietários da Kiss desconheciam esse fato? As autoridades também desconheciam?
No Brasil, o problema não é falta de lei, mas sim a ausência de fiscalização. E, muitas vezes, quando há, fica a dúvida do cumprimento do dever. Será que em Santa Maria foi feita vistoria ou vista grossa para obter ($)vantagem?
Em Venceslau não existem boates, mas alguns espaços são utilizados para baladas e forrós etc. Pergunto: todos esses espaços estão quites com os itens de segurança e incêndio?
Com a palavra, nossas autoridades.
Toda vez que ocorre uma trajédia como a da boate Kiss, as autoridades se posicionam para que fatos semelhantes não venham se repetir. Sustentam que tomarão medidas enérgicas para fiscalização, coibindo as irregularidades ou mesmo criando mecanismos para aumentar a segurança, coisas desse tipo...
Antes da boate Kiss, uma casa noturna nos EUA se incendiou tendo como causa um sinalizador. Morreram mais de 100 pessoas. Os proprietários da Kiss desconheciam esse fato? As autoridades também desconheciam?
No Brasil, o problema não é falta de lei, mas sim a ausência de fiscalização. E, muitas vezes, quando há, fica a dúvida do cumprimento do dever. Será que em Santa Maria foi feita vistoria ou vista grossa para obter ($)vantagem?
Em Venceslau não existem boates, mas alguns espaços são utilizados para baladas e forrós etc. Pergunto: todos esses espaços estão quites com os itens de segurança e incêndio?
Com a palavra, nossas autoridades.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Duran pressiona Emilson para comandar Faive
Dias atrás, o prefeito de Presidente Venceslau, Jorge Duran, reuniu-se com o empresário Emilson Soriano. O encontro, que durou cerca de 3 horas, foi realizado no gabinete da Prefeitura. Nele, Duran deu todas as garantias, inclusive jurídicas, para que Emilson Soriano volte a comandar a Faive.
Emilson não disse nem que sim nem que não. Ficou de estudar, mas antecipou que a pendência jurídica que envolve seu nome e de outros membros que atuaram ao seu lado é o grande empecilho. Ele não quer correr o risco de ter decisão desfavorável da justiça ocupando a presidência da feira.
Se houver a recusa de Emilson, Duran terá dificuldade para escolher um substituto a altura, até porque a organização da feira requer experiência, credibilidade e, principalmente, disposição e espírito de liderança.
Emilson não disse nem que sim nem que não. Ficou de estudar, mas antecipou que a pendência jurídica que envolve seu nome e de outros membros que atuaram ao seu lado é o grande empecilho. Ele não quer correr o risco de ter decisão desfavorável da justiça ocupando a presidência da feira.
Se houver a recusa de Emilson, Duran terá dificuldade para escolher um substituto a altura, até porque a organização da feira requer experiência, credibilidade e, principalmente, disposição e espírito de liderança.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Pingo nos 'is' sobre emenda 'perdida' de R$ 250 mil
Sobre a notícia veiculada nesta quarta dando conta que o município de Presidente Venceslau perdeu R$ 250 mil de uma emenda para recapeamento na cidade, destinada pelo deputado Eleuses Paiva (DEM), na gestão anterior, cabe alguns esclarecimentos.
De fato, o Tribunal de Contas apontou a não aplicação do percentual de 25% na Educação no Exercício de 2011. Isto gerou registro no Siope (Sistema de Informações sobre Orçamento Público em Educação), o que impede o envio do dinheiro ao município.
Em março último, assim que tomou conhecimento sobre a não aplicação do percentual na Educação, o então prefeito Ernane solicitou uma auditoria para verificar as “glosas” do Tribunal de Contas no balancete final. Constatou-se que o TCE não considerou, entre outras coisas, o recolhimento de 1% para o PASEP, o que geraria cerca de R$ 200 mil a mais nos gastos com Educação. Só este valor é suficiente para atingir os 25%.
O relatório da auditoria foi enviado em outubro para o TCE, mas até o momento não foi avaliado para correção, com parecer do conselheiro designado. Havendo a correção, automaticamente o município enviará o novo percentual para registro no Siope, eliminando qualquer impedimento para envio de novos convênios.
Sobre o convênio “perdido”, caberá ao novo prefeito promover ação política junto ao deputado Eleuses Paiva para que a emenda possa novamente ser encaminhada e, desta forma, os recursos chegarem para a finalidade a que foi destinada.
De fato, o Tribunal de Contas apontou a não aplicação do percentual de 25% na Educação no Exercício de 2011. Isto gerou registro no Siope (Sistema de Informações sobre Orçamento Público em Educação), o que impede o envio do dinheiro ao município.
Em março último, assim que tomou conhecimento sobre a não aplicação do percentual na Educação, o então prefeito Ernane solicitou uma auditoria para verificar as “glosas” do Tribunal de Contas no balancete final. Constatou-se que o TCE não considerou, entre outras coisas, o recolhimento de 1% para o PASEP, o que geraria cerca de R$ 200 mil a mais nos gastos com Educação. Só este valor é suficiente para atingir os 25%.
O relatório da auditoria foi enviado em outubro para o TCE, mas até o momento não foi avaliado para correção, com parecer do conselheiro designado. Havendo a correção, automaticamente o município enviará o novo percentual para registro no Siope, eliminando qualquer impedimento para envio de novos convênios.
Sobre o convênio “perdido”, caberá ao novo prefeito promover ação política junto ao deputado Eleuses Paiva para que a emenda possa novamente ser encaminhada e, desta forma, os recursos chegarem para a finalidade a que foi destinada.
Assinar:
Postagens (Atom)