O TSE informou que a pesquisa realizada em março pelo DataFolha não teve os dados utilizados para definição e seleção da mostra do IBGE, como se exige hoje para apontar levantamento em todo o território nacional.
Não foi isso que foi feito. Houve muito maior peso da região sudeste, e especificamente de São Paulo, na seleção das amostras, muito acima de seu peso real.
Desta forma, fica a dúvida quanto à falta de legitimidade desta pesquisa do Datafolha, pois houve fraude entre o plano amostral apresentado e o realizado.
A pergunta agora é: o TSE vai punir o DataFolha?
domingo, 18 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Pesquisa eleitoral
Interesses políticos-partidários vêm provocando embate entre os principais institutos de pesquisas do Brasil.
Anteontem, o PSDB conseguiu na Justiça Eleitoral autorização para verificar o levantamento de dados realizado pelo Instituto Sensus, depois que foi divulgada pesquisa, realizada entre os dias 05 e 09 de abril, que aponta empate técnico entre Serra (32,7%) e Dilma (32,4%).
A origem da crise está no comportamento que a Folha de São Paulo, proprietária do DataFolha, passou a adotar logo depois que publicou pesquisa em que, diferentemente de todas as pesquisas de intenção de voto divulgadas neste ano, os resultados apontaram o crescimento do pré-candidato do PSDB, José Serra, e estagnação da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff. Ao contrário também de uma tendência que o próprio Datafolha identificara um mês antes, de crescimento de Dilma e queda ou estagnação de Serra, os resultados publicados pelo instituto em 27 de março, duas semanas antes do lançamento da pré-candidatura tucana, apontaram outro cenário.
As diferenças incomôdas:
Instituto Datafolha (25/26 de março) >> Candidatos Serra 36% x Dilma 27%;
Vox Populi (30/31 de março) >> Serra 34% x Dilma 31%;
Sensus (5 a 9 de abril) >> Serra 32,7% x Dilma 32,4%;
Anteontem, o PSDB conseguiu na Justiça Eleitoral autorização para verificar o levantamento de dados realizado pelo Instituto Sensus, depois que foi divulgada pesquisa, realizada entre os dias 05 e 09 de abril, que aponta empate técnico entre Serra (32,7%) e Dilma (32,4%).
A origem da crise está no comportamento que a Folha de São Paulo, proprietária do DataFolha, passou a adotar logo depois que publicou pesquisa em que, diferentemente de todas as pesquisas de intenção de voto divulgadas neste ano, os resultados apontaram o crescimento do pré-candidato do PSDB, José Serra, e estagnação da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff. Ao contrário também de uma tendência que o próprio Datafolha identificara um mês antes, de crescimento de Dilma e queda ou estagnação de Serra, os resultados publicados pelo instituto em 27 de março, duas semanas antes do lançamento da pré-candidatura tucana, apontaram outro cenário.
As diferenças incomôdas:
Instituto Datafolha (25/26 de março) >> Candidatos Serra 36% x Dilma 27%;
Vox Populi (30/31 de março) >> Serra 34% x Dilma 31%;
Sensus (5 a 9 de abril) >> Serra 32,7% x Dilma 32,4%;
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Marina na região

A senadora e pré-candidata do PV à presidência da República, Marina Silva, estará neste sábado na região.
Na parte da manhã, em Presidente Prudente, a ex-ministra dará uma palestra com o tema "Brasil Sustentável".
No início da tarde, ela estará em Teodoro Sampaio, mais precisamente no Morro do Diabo, apenas para uma visita.
Mais afável e simpática que sua ex-companheira de partido Dilma Rousseff, a senadora é um ícone na defesa da preservação ambiental.
Ficou no ministério do Meio Ambiente e, por discordar da política adotada pelo presidente Lula, pulou fora do governo e buscou espaço no PV (Partido Verde).
Marina tem uma história de vida muito bonita. Moça pobre, que trabalhou de doméstica, estudou e venceu, chegando ao posto de ministra e senadora. Ao lado de Chico Mendes, teve na defesa do meio ambiente a sua bandeira.
Numa época em que estamos vivenciando várias catástrofes provocadas pelos fenômenos naturais, aliada à falta de políticas de preservação do meio ambiente e crescimento sustentável, Marina, por certo, virá com discurso mais afinado ainda.
Vejo apenas que seu partido, apesar da bandeira do "verde", é constituído por muitos politicos que apenas utilizam a legenda para a conquista do poder.
terça-feira, 13 de abril de 2010
O mote de Serra
O ex-governador de São Paulo, José Serra, anunciou no sábado sua pré-candidatura para a corrida presidencial.
Disse que seu governo não será de continuísmo, mas que dará continuidade ao que considera positivo na gestão Lula.
Asseverou, no discurso, que o "Brasil pode mais", mote semelhante ao usado por Obama na sua campanha eleitoral nos EUA.
Serra criticou a conduta política do atual governo e disse que o Brasil não tem dono - "é todos os brasileiros".
O ex-governador também falou de sua infância "pobre" e do tempo que ajudava seu pai, que era feirante. Lembrou das suas dificuldades e esforços para conseguir estudar e se formar.
Serra, que já foi deputado federal, ministro da Saúde e governador, concorrerá ao Palácio do Planalto pela segunda vez, com grande chance de se eleger, pois vem liderando pesquisa.
Disse que seu governo não será de continuísmo, mas que dará continuidade ao que considera positivo na gestão Lula.
Asseverou, no discurso, que o "Brasil pode mais", mote semelhante ao usado por Obama na sua campanha eleitoral nos EUA.
Serra criticou a conduta política do atual governo e disse que o Brasil não tem dono - "é todos os brasileiros".
O ex-governador também falou de sua infância "pobre" e do tempo que ajudava seu pai, que era feirante. Lembrou das suas dificuldades e esforços para conseguir estudar e se formar.
Serra, que já foi deputado federal, ministro da Saúde e governador, concorrerá ao Palácio do Planalto pela segunda vez, com grande chance de se eleger, pois vem liderando pesquisa.
sábado, 10 de abril de 2010
Volta por cima
O ex-prefeito Osvaldo Melo teve decisão favorável do Tribunal de Justiça de São Paulo em relação às contas de 1999, no período em que era vice e substituiu o titular no cargo.
O TJ anulou decreto legislativo da Câmara que rejeitou as contas de Osvaldo Melo, entendendo que o ex-prefeito teve negado o direito de defesa e contraditório, sem poder provar que não cometeu irregularidades insanáveis.
Por causa das contas rejeitadas, Osvaldo Melo, quando disputou as eleições municipais de 2008, precisou interpelar na Justiça mandado de segurança com pedido de tutela antecipada para registrar sua candidatura.
A ação de seus opositores acabou gerando clima desfavorável na opinião pública com fins eleitorais.
O TJ anulou decreto legislativo da Câmara que rejeitou as contas de Osvaldo Melo, entendendo que o ex-prefeito teve negado o direito de defesa e contraditório, sem poder provar que não cometeu irregularidades insanáveis.
Por causa das contas rejeitadas, Osvaldo Melo, quando disputou as eleições municipais de 2008, precisou interpelar na Justiça mandado de segurança com pedido de tutela antecipada para registrar sua candidatura.
A ação de seus opositores acabou gerando clima desfavorável na opinião pública com fins eleitorais.
terça-feira, 6 de abril de 2010
TCE mantém decisão contra Rodrigo Monteiro
Em decisão proferida no último dia 30, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo manteve condenação de ressarcimento ao erário público, no valor de R$ 29.863,03, contra o ex-presidente da Câmara de Presidente Venceslau, vereador Rodrigo Henrique Monteiro (PSDB), em razão de contas rejeitadas, no exercício de 2007.
Segundo o relator, o valor corresponde “a despesas impróprias com juros e sessões extraordinárias”.
Em sua decisão, o conselheiro do TCE, Eduardo Bittencourt Carvalho, menciona que “o ex-presidente foi instado ao cumprimento da obrigação, nos termos do artigo 86, da Lei Complementar Paulista nº 709/93 (folha 96), entretanto o prazo transcorreu ‘in albis’”.
Por essa razão, determinou ao prefeito Ernane que inscreva o valor acima, com acréscimos legais, na dívida ativa do município, e execute o crédito constituída de decisão exarada nos autos.
Bittencourt fixou prazo de 60 dias para que o prefeito comprove a determinação à Corte, alertando que o não atendimento ensejará aplicação de multa, nos termos do inciso III, do artigo 104, da Lei Orgânica do TCE.
Segundo o relator, o valor corresponde “a despesas impróprias com juros e sessões extraordinárias”.
Em sua decisão, o conselheiro do TCE, Eduardo Bittencourt Carvalho, menciona que “o ex-presidente foi instado ao cumprimento da obrigação, nos termos do artigo 86, da Lei Complementar Paulista nº 709/93 (folha 96), entretanto o prazo transcorreu ‘in albis’”.
Por essa razão, determinou ao prefeito Ernane que inscreva o valor acima, com acréscimos legais, na dívida ativa do município, e execute o crédito constituída de decisão exarada nos autos.
Bittencourt fixou prazo de 60 dias para que o prefeito comprove a determinação à Corte, alertando que o não atendimento ensejará aplicação de multa, nos termos do inciso III, do artigo 104, da Lei Orgânica do TCE.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Venceslau não comporta UTI móvel
Essa foi a resposta dada pela Secretaria de Estado da Saúde ao deputado Major Olímpio (PDT) sobre a liberação de R$ 150 mil para uma emenda parlamentar de sua autoria.
Contrariado com a decisão, Olímpio disse que o governo paulista e um deputado da região o perseguem.
Pediu que a comunidade e as autoridades políticas de Venceslau se mobilizem para a vinda da UTI móvel, ao lembrar que alguns municípios do porte do nosso já possuem.
Só para recordar: no ano passado, Olímpio conseguiu R$ 210 mil para Santa Casa de Venceslau comprar equipamentos cirúrgicos. O dinheiro entrou na conta do hospital, mas retornou para os cofres do governo e voltou como custeio para a Santa Casa pagar o 13º dos funcionários. A negociação do reenvio do dinheiro pelo governo foi intermediada pelo mesmo deputado citado por Olímpio.
Para o governo de São Paulo, a região de Venceslau, que conta com várias unidades prisionais e assentamentos, UTI móvel é dispendiosa, não se justificando pelo porte do município.
Esse é o tratamento que recebemos do governo.
Contrariado com a decisão, Olímpio disse que o governo paulista e um deputado da região o perseguem.
Pediu que a comunidade e as autoridades políticas de Venceslau se mobilizem para a vinda da UTI móvel, ao lembrar que alguns municípios do porte do nosso já possuem.
Só para recordar: no ano passado, Olímpio conseguiu R$ 210 mil para Santa Casa de Venceslau comprar equipamentos cirúrgicos. O dinheiro entrou na conta do hospital, mas retornou para os cofres do governo e voltou como custeio para a Santa Casa pagar o 13º dos funcionários. A negociação do reenvio do dinheiro pelo governo foi intermediada pelo mesmo deputado citado por Olímpio.
Para o governo de São Paulo, a região de Venceslau, que conta com várias unidades prisionais e assentamentos, UTI móvel é dispendiosa, não se justificando pelo porte do município.
Esse é o tratamento que recebemos do governo.
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